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Como fazer divórcio judicial ou em cartório e como dividir os bens: guia completo e atualizado

  • Foto do escritor: Martins, Jacob & Ponath
    Martins, Jacob & Ponath
  • 19 de mar.
  • 7 min de leitura

O fim de um casamento é um momento delicado, que envolve não apenas questões emocionais, mas também decisões jurídicas importantes. Saber como fazer divórcio judicial ou em cartório e como dividir os bens é essencial para evitar conflitos, proteger seu patrimônio e garantir que tudo seja resolvido da forma mais rápida e segura possível.


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Neste guia completo, você vai entender de forma clara e aprofundada todas as etapas do processo, os tipos de divórcio, os custos envolvidos, como funciona a partilha de bens e quais cuidados tomar para não sair prejudicado. Tudo isso com linguagem simples, objetiva e estratégica para te ajudar a tomar a melhor decisão.


Como fazer divórcio judicial ou em cartório e como dividir os bens


Entender como fazer divórcio judicial ou em cartório e como dividir os bens é o primeiro passo para evitar erros que podem gerar prejuízos financeiros e desgaste emocional. De forma prática, existem dois caminhos legais para se divorciar no Brasil:


  • Divórcio em cartório (extrajudicial)

  • Divórcio judicial


A escolha entre um e outro depende de fatores específicos, como a existência de filhos menores, o nível de acordo entre o casal e a complexidade da divisão patrimonial. O divórcio em cartório é indicado quando há consenso entre as partes e não existem filhos menores ou incapazes. Já o divórcio judicial é obrigatório quando há conflito ou quando o casal possui filhos menores, pois será necessária a análise do juiz sobre guarda, pensão e convivência. 


Outro ponto fundamental é a divisão de bens no divórcio, que precisa respeitar o regime de bens escolhido no casamento. Muitas pessoas acreditam que tudo será dividido igualmente, mas isso nem sempre é verdade. Cada caso exige análise detalhada.


Diferença entre divórcio judicial e divórcio em cartório


A diferença entre essas duas modalidades é um dos temas mais pesquisados quando o assunto é divórcio rápido e seguro. O divórcio em cartório é considerado a forma mais simples e rápida. Ele é realizado diretamente no tabelionato de notas, sem necessidade de processo judicial. Porém, exige que o casal esteja de acordo com todos os termos, inclusive a divisão de bens.


Já o divórcio judicial ocorre por meio de um processo na Justiça. Ele pode ser consensual, quando há acordo, ou litigioso, quando há conflito. Esse tipo de divórcio é mais comum em situações onde há disputa por bens, pensão ou guarda de filhos. Na prática, muitas pessoas procuram o divórcio judicial quando surgem divergências sobre imóveis, veículos ou valores em contas bancárias. Esses são alguns dos casos mais comuns que geram processos mais longos.


Documentos necessários para iniciar o divórcio


Uma das etapas mais importantes para quem busca como dar entrada no divórcio é a organização dos documentos. Ter a documentação correta evita atrasos e facilita tanto o divórcio em cartório quanto o judicial. Os principais documentos incluem:


  • Certidão de casamento atualizada

  • Documentos pessoais (RG e CPF)

  • Comprovante de residência

  • Certidão de nascimento dos filhos (se houver)


Além disso, é essencial reunir todos os documentos relacionados aos bens:


  • Escrituras de imóveis

  • Documentos de veículos

  • Extratos bancários

  • Contratos e financiamentos


Muitas pessoas enfrentam dificuldades nessa etapa por não terem controle financeiro ou desconhecerem todos os bens do casal. Esse é um ponto sensível e que exige atenção, principalmente em casos de separação conflituosa.


Como funciona a divisão de bens no divórcio

A divisão de bens no divórcio é, sem dúvida, um dos pontos mais importantes e também mais pesquisados. Ela depende diretamente do regime de bens adotado no casamento. No regime de comunhão parcial de bens, que é o mais comum no Brasil, tudo aquilo que foi adquirido durante o casamento deve ser dividido. Já os bens adquiridos antes do casamento não entram na partilha.


Na comunhão universal de bens, praticamente todo o patrimônio é dividido, independentemente de quando foi adquirido. Na separação total de bens, cada pessoa permanece com aquilo que está em seu nome, o que costuma evitar conflitos, mas nem sempre impede discussões judiciais. Um dos casos mais comuns envolve imóveis financiados durante o casamento. Nesses casos, o bem e a dívida geralmente são divididos, o que exige análise detalhada para evitar prejuízos. Outro exemplo frequente é quando um dos cônjuges tenta ocultar patrimônio. Isso pode gerar complicações legais e até penalidades, reforçando a importância de agir com transparência.


Divórcio com filhos: o que muda no processo

Quando há filhos menores, o processo de divórcio judicial se torna obrigatório. Isso acontece porque o juiz precisa garantir os direitos das crianças, analisando questões como:


  • Guarda

  • Pensão alimentícia

  • Direito de convivência


Nesses casos, o foco não é apenas a separação do casal, mas também a proteção dos filhos. A pensão deve ser definida com base na necessidade de quem recebe e na capacidade de quem paga. Situações comuns envolvem discussões sobre renda informal, despesas da criança e padrão de vida anterior. Tudo isso precisa ser analisado com cuidado.


Quanto tempo demora e quanto custa um divórcio

O tempo e o custo são fatores decisivos para quem busca divórcio rápido e barato. O divórcio em cartório pode ser concluído em poucos dias, desde que toda a documentação esteja correta e haja acordo entre as partes. Já o divórcio judicial pode levar semanas, meses ou até anos, dependendo do nível de conflito. Em relação aos custos, eles variam conforme:


  • Tipo de divórcio

  • Honorários do advogado

  • Custas judiciais ou taxas de cartório


Um dos cenários mais comuns é o aumento de custos em processos litigiosos, especialmente quando há necessidade de perícias ou avaliações de bens. Por isso, sempre que possível, o acordo é a melhor alternativa.


Principais erros ao se divorciar e como evitar prejuízos

Muitas pessoas cometem erros ao tentar resolver o divórcio sem orientação adequada. Entre os erros mais comuns estão:


  • Não levantar todos os bens do casal

  • Aceitar acordos desvantajosos

  • Não formalizar corretamente a partilha

  • Deixar a divisão de bens para depois sem planejamento


Outro erro frequente é acreditar que o divórcio pode ser feito sem advogado. Isso não é permitido e pode trazer sérios riscos. Além disso, decisões precipitadas podem gerar perdas financeiras significativas, principalmente quando há patrimônio relevante envolvido. Por isso, agir com planejamento e apoio jurídico é essencial.


A importância de um advogado especialista em divórcio

Contar com um profissional especializado faz toda a diferença em um processo de divórcio judicial ou em cartório e divisão de bens. O advogado é responsável por:


  • Orientar sobre o melhor tipo de divórcio

  • Garantir que seus direitos sejam respeitados

  • Evitar prejuízos financeiros

  • Conduzir negociações de forma estratégica


Muitas vezes, uma boa orientação no início evita anos de processo e conflitos desnecessários. Além disso, o advogado analisa detalhes que passam despercebidos, como cláusulas contratuais, dívidas ocultas e direitos que podem ser reivindicados.


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A Martins, Jacob & Ponath, Sociedade de Advogados atua de forma especializada em direito de família, com foco em divórcio judicial ou em cartório e como dividir os bens, partilha patrimônio, pensão alimentícia proporcional à renda real, revisão, fixação, exoneração e cobrança de alimentos, sempre com abordagem estratégica e técnica.


O escritório realiza análise individual da capacidade financeira de quem paga e das necessidades de quem recebe, examinando documentos, provas de renda e despesas, além de avaliar todo o patrimônio envolvido na separação, buscando decisões justas, equilibradas e alinhadas ao entendimento dos tribunais, protegendo os direitos das partes e evitando prejuízos futuros.


O atendimento é humanizado e voltado para soluções práticas, com orientação completa sobre documentação, divisão de bens, estratégia processual e riscos envolvidos. Para uma avaliação segura do seu caso, é possível entrar em contato pelo WhatsApp e receber orientação de advogados especialistas.



FAQ - Perguntas Frequentes

1. Como dar entrada no divórcio?

O divórcio pode ser iniciado em cartório, quando há acordo e não existem filhos menores, ou na Justiça, com auxílio obrigatório de um advogado.

2. Quanto custa um divórcio em cartório?

O valor varia conforme o estado e o caso, incluindo taxas do cartório e honorários do advogado.

3. Quanto tempo demora um divórcio?

No cartório pode levar poucos dias; na Justiça, pode durar semanas, meses ou até anos, dependendo do conflito.

4. Precisa de advogado para se divorciar?

Sim, tanto no divórcio judicial quanto no extrajudicial a presença de advogado é obrigatória.

5. Como funciona a divisão de bens no divórcio?

Depende do regime de bens do casamento, sendo comum a divisão do que foi adquirido durante a união.

6. Quem fica com a casa no divórcio?

Depende do regime de bens e da situação do imóvel, podendo haver venda, divisão ou permanência de um dos cônjuges.

7. É possível divorciar sem dividir os bens?

Sim, o divórcio pode ser feito primeiro e a partilha de bens resolvida posteriormente.

8. Divórcio com filhos precisa ir para a Justiça?

Sim, quando há filhos menores ou incapazes, o processo deve ser judicial para proteger seus direitos.

9. O que acontece se não houver acordo no divórcio?

O processo se torna litigioso e o juiz decide sobre bens, guarda, pensão e demais questões.

10. Posso fazer divórcio gratuito?

Sim, pessoas sem condições financeiras podem solicitar a justiça gratuita.


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David Jacob, Advogado OAB RS 107.013 Martins, Jacob & Ponath Sociedade de Advogados Rua Gomes Portinho, 17 - Sala 302, Centro, Novo Hamburgo - RS Rua Santa Catarina, 653, Bom Pastor, Igrejinha - RS 51 98200-4157

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